sábado, 30 de abril de 2011

Buraco na camada de ozônio aumenta chuva no hemisfério sul

21/04/2011
O buraco na camada de ozônio sobre a Antártida tem um papel importante na mudança climática e no aumento das chuvas no hemisfério sul nos últimos 50 anos, revelaram cientistas nesta quinta-feira. Os resultados obtidos pela equipe da Escola de Engenharia e Ciência Aplicada da Universidade de Columbia são os primeiros que vinculam a redução da camada de ozônio sobre a zona polar à mudança climática até a linha do Equador. Os pesquisadores destacaram que a conclusão deve levar os líderes mundiais a prestar mais atenção ao buraco na camada de ozônio, junto a outros fatores ambientais, como o derretimento do gelo ártico e as emissões de gases do efeito estufa, quando analisarem o combate ao aquecimento global. "É surpreendente que o buraco na camada de ozônio, situado sobre a Antártida, possa gerar um impacto que chegue aos trópicos e ali afete as chuvas", disse Sarah Kang, autora do estudo publicado na revista Science. "É como um efeito dominó". "Esta descoberta poderá revolucionar a estratégia da luta contra o aquecimento global (...) já que o buraco na camada de ozônio é um fator importante no sistema climático do planeta", estimou Lorenzo Polvani, professor de ciências ambientais da Universidade Columbia e que dirigiu a pesquisa. As substâncias que afetam a camada de ozônio, como os clorofluorocarbonetos (CFC), que eram utilizados até recentemente em geladeiras, aerossóis e extintores, passaram a ser eliminadas progressivamente de acordo com os dispositivos do Protocolo de Montreal. Graças a este acordo internacional, a camada de ozônio, com exceção das regiões polares, deve voltar ao nível de antes de 1980 até 2030-2040.

http://veja.abril.com.br/agencias/afp/veja-afp/detail/2011-04-21-1886089.shtml

Comentário: Com o buraco na camada de ozônio, vários danos são causados nos lugares afetados, como o aumento do efeito estufa, derretimento das geleiras na Antártida e até o aquecimento global aumenta. E assim, gera estratégias para que os cientistas possam lutar contra o aquecimento global, ja que esse buraco na camada foi um acontecimento importante no sistema climático do planeta.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Avião movido a energia solar tentará seu 1º vôo internacional

28/04/2011

A equipe do avião experimental Impulso Solar HB-SIA vai executar o primeiro voo internacional na próxima semana. A decolagem será da Suíça com destino ao aeroporto de Bruxelas, na Bélgica, informaram os coordenadores do projeto. O Solar Impulse entrou para a história da aeronáutica em julho de 2010, depois que realizou um voo inaugural de 24 horas sem interrupção, usando apenas os painéis solares e suas baterias. O protótipo vai partir na data de 2 de maio se as condições meteorológicas permitirem.

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/908460-aviao-movido-a-energia-solar-tentara-seu-1-voo-internacional.shtml

Comentário: Com os vôos movidos a energia solar, será melhor economizar combustível, pois tendo menos combustível, terá menos poluição, e com menos poluição, menos pessoas e animais até, irão se preocupar..

Genética forense e conservação

13/04/11
Uma nova metodologia da genética forense poderá ajudar, por meio da identificação de variações no genoma que caracteriza cada uma das espécies, a inibir a caça do peixe-boi. Os peixes-boi chegam a pesar até 800 quilos, são considerados inofensivos e se alimentam de algas, aguapés e capim-aquático. Existem quatro espécies do animal no mundo, duas das quais estão presentes no Brasil. O peixe-boi-marinho (Trichechus manatus), comum no Norte e Nordeste, é considerado pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, sigla em inglês) e pelo Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente, como criticamente ameaçado de extinção no país. O peixe-boi-amazônico (Trichechus inunguis) é o menor de todos e a única espécie da ordem Sirenia que habita águas doces. Atualmente, sua classificação na IUCN e no Livro Vermelho é “vulnerável”. O novo estudo utilizou a técnica de identificação de polimorfismos do DNA mitocondrial, considerada uma das mais eficientes para a identificação de exemplares de espécies diferentes. Como o polimorfismo genético, isto é, a variação das mutações do DNA, é muito grande, pode-se identificar um animal com base no seu padrão genético. Com a identificação, órgãos fiscalizadores poderiam saber se uma determinada carne ou pele à venda em um mercado é de um peixe-boi ou de uma espécie doméstica cuja comercialização é legal. Para saber onde essas mutações ocorrem, os cientistas utilizam uma técnica chamada de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição (RFLP, na sigla em inglês), que “marca” o DNA apenas onde existem determinadas sequências de nucleotídeos. “A marcação molecular por RFLP e PCR [reação em cadeia da polimerase] é um método confiável e de baixo custo para a identificação de mutações específicas em espécies”, disse um dos coordenadores da pesquisa, Rodrigo A. Torres, professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), à Agência FAPESP. O estudo foi publicado na revista Zoologia, da Sociedade Brasileira de Zoologia, em artigo assinado por Paula Braga Ferreira, Torres e José Eduardo Garcia (também coordenador do projeto), todos da UFPE. Segundo Torres, a ideia é que o protocolo desenvolvido possa ser utilizado no desenvolvimento de ferramentas forenses capazes de identificar, por meio da análise de fragmentos de tecido, a identificação de uma carne, pele ou gordura comercializados em um mercado, por exemplo. Com essa identificação genética, um órgão fiscalizador poderia saber se o produto deriva de gado bovino ou suíno ou de um peixe-boi. “Como esses animais são caçados e depois vendidos aos pedaços, nossa proposta é tornar possível a identificação de espécimes e das espécies por meio das variações genéticas e evitar que esse comércio continue ocorrendo”, disse Torres. “O estudo reforça a importância dos polimorfismos como um marcador poderoso para a identificação de espécies, que poderão ser particularmente úteis para os esforços de preservação de animais ameaçados”, disseram os autores.

http://biologias.com/noticias/913/Genetica-forense-e-conservacao

Comentário: Hoje em dia, o peixe-boi está ameaçado de extinção e como esse animal é caçado e os pedaços de seu corpo são vendidos, nenhum mais irão sobreviver, pois evitando esse comércio, irá reforçar a importância desses animais e irá preservar os demais animais ameaçados.

Ataques com animais peçonhentos dobram em dez anos

04/04/11
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o número de acidentes com animais peçonhentos dobrou na última década no Estado. Os escorpiões são os principais causadores desses ataques. Em 2010, foram registrados 14.601 acidentes envolvendo cobras, aranhas, escorpiões e taturanas, número 112,4% superior ao de 2000 (6.873). De acordo com a Secretaria, dos acidentes 46,5%, ou 6.783 notificações, foram causados por escorpiões. Outros 3.007 casos foram referentes a ocorrências com aranhas, além de 1.752 registros com serpentes e 1.644 com abelhas. O hospital estadual Vital Brazil, ligado ao Instituto Butantan, e que realiza atendimentos exclusivamente para acidentes envolvendo animais peçonhentos, foi responsável por 2.319 ocorrências em 2010. A unidade é a única no mundo que atende exclusivamente acidentados de animais peçonhentos. Para quem viaja a lazer para áreas de mata, os cuidados com animais peçonhentos devem ser redobrados. “Ao caminhar, é importante estar com calçado adequado, como botas, e evitar os períodos de amanhecer e entardecer, quando as cobras procuram alimentos. Normalmente, esses animais procuram lugares secos para se protegerem”, disse Carlos Medeiros, diretor médico do hospital. Diferentemente do que se costuma ouvir, em caso de ferimento, de forma alguma se deve amarrar o local atingido, já que essa ação pode produzir necrose e não evita absorção do veneno. Em caso de acidentes com cobras, a primeira medida é lavar o local afetado com bastante água e sabão e procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo. As ações que costumam ser mostradas em filmes, como amarrar, cortar ou mesmo chupar a ferida com a intenção de sugar o veneno devem ser evitadas, uma vez que podem piorar a situação da vítima. Para ferroada de escorpião, a primeira medida a ser adotada é colocar compressas de água morna sobre a ferida para aliviar a dor. Em seguida, recomenda-se procurar a assistência médica mais próxima. Já em caso de picadas de aranhas e queimaduras de taturanas é importante não mexer no ferimento.

http://biologias.com/noticias/902/Ataques-com-animais-peconhentos-dobram-em-dez-anos

Comentário: Toda vez que alguém é picado por um desses animais que transmitem veneno para o indivíduo, o risco de sobrevivencia não é muita, porém não é pouca também. Os escorpiões e abelhas, principalmente, estão em todos os lugares e podemos evitar que eles não nos provoque algum acidente.